Racing Sá Silva
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Decisão polémica da organização retira pódio a Luís Sá Silva
outubro 6, 2008 8:06 PM O piloto angolano estava confiante de que a primeira posição na grelha de partida não lhe escaparia, mercê do facto de ter sido sempre o piloto mais rápido durante as sessões de treinos livres das rondas 11 e 12 do Campeonato Asiático de Formula Renault.
Contudo o desentendimento entre a equipa e o engenheiro francês Benoit Dametto, que afinava os monolugares, levaram este último a “bater com a porta”, facto que prejudicou de forma decisiva o jovem piloto angolano.
Antes das qualificações mudanças climatéricas acentuadas, causadas por uma tempestade tropical que atingiu o sul da China, afectaram a cidade de Zhuhai onde decorreu o evento. O vento forte que se fazia sentir impunha uma mexida nas afinações do carro do angolano, a qual não ocorreu devido à ausência do engenheiro. Com tudo isto, o angolano veio a debater-se com muitas dificuldades nas qualificações, quedando-se ainda assim na quarta posição da grelha de partida.
Na primeira corrida, de dez voltas, as condições climatéricas pioraram pelo que o arranque foi feito atrás do safety car e a prova decorreu sob intensa chuva e vento forte. O angolano terminou na quinta posição. No final disse-nos que “o carro estava incontrolável nas curvas e nas rectas não tinha aderência nas acelerações, por isso, fui forçado a conduzir muito aquém das minhas capacidades” Visivelmente agastado pelo afastamento do engenheiro francês Benoit Dametto, responsável pela sua primeira pole position, acrescentou que “com a chuva a equipa optou por aumentar a altura do carro, mas não tocaram nas molas nem na aerodinâmica e só pode ter sido isso que tornou o carro incontrolável. A primeira vez que corri em Formula Renault foi aqui nesta pista e nas mesmas condições. Então, a minha melhor volta foi de 1:53, e hoje, com mais dois anos de experiência fui 3 segundos mais lento. Eu não desaprendi com certeza! A equipa ressentiu-se dos problemas..."
A largada para a segunda corrida de dez voltas foi igualmente atrás do safety car, tendo o talentoso jovem angolano largado da quinta posição. A pista estava ainda mais molhada do que na primeira corrida, o vento soprava muito forte e a visibilidade era quase nula. O angolano defendeu-se bem dos ataques do seu colega de equipa nas primeiras voltas e afastou-se do mesmo. À sexta volta o piloto angolano ocupava a quarta posição e fazia uma corrida defensiva, evitando ser vítima das diversas possas de água que abundavam pela pista e de que já tinham sido vítimas vários concorrentes.
Na oitava volta Luis Sá Silva ultrapassa o piloto que ocupava a terceira posição e assim que completa a nona volta, a organização da prova mostra a bandeira vermelha aos pilotos, terminando de forma abrupta a corrida quando faltava apenas uma volta para o fim, naquilo que foi nitidamente uma manobra para evitar que o angolano subisse ao pódio. Ao terminar a corrida na nona volta a FRD, equipa que também é responsável pela organização do campeonato, garantia a presença de dois dos seus pilotos no pódio, um em segundo e outro em terceiro, uma vez que era essa a posição que ocupavam antes de ser mostrada a bandeira vermelha. “Não dá para entender o porquê de mostrarem a bandeira vermelha a uma volta do fim quando as condições meteorológicas eram as mesmas desde o início da corrida. Eu estava em terceiro na nona volta e por causa de ser averbado o resultado da volta anterior à da exibição da bandeira vermelha fiquei em quarto”, referiu o piloto angolano. “Aliás teria ficado em segundo lugar porque o Jim Ka To despistou-se na nona volta e eu estava em condições de passa-lo antes da décima volta. Enfim quem esteve aqui viu e entendeu muito bem por que razão foi mostrada a bandeira vermelha”, disse o talento angolano.
As rondas 13 e 14 decorrem no final do próximo mês de Novembro em Shanghai. Em meados de Outubro Luís Sá Silva vai até ao circuito internacional de Spang, na Malásia, testar com um Formula BMW como preparação para o Grande Prémio de Macau.
Contudo o desentendimento entre a equipa e o engenheiro francês Benoit Dametto, que afinava os monolugares, levaram este último a “bater com a porta”, facto que prejudicou de forma decisiva o jovem piloto angolano.
Antes das qualificações mudanças climatéricas acentuadas, causadas por uma tempestade tropical que atingiu o sul da China, afectaram a cidade de Zhuhai onde decorreu o evento. O vento forte que se fazia sentir impunha uma mexida nas afinações do carro do angolano, a qual não ocorreu devido à ausência do engenheiro. Com tudo isto, o angolano veio a debater-se com muitas dificuldades nas qualificações, quedando-se ainda assim na quarta posição da grelha de partida.
Na primeira corrida, de dez voltas, as condições climatéricas pioraram pelo que o arranque foi feito atrás do safety car e a prova decorreu sob intensa chuva e vento forte. O angolano terminou na quinta posição. No final disse-nos que “o carro estava incontrolável nas curvas e nas rectas não tinha aderência nas acelerações, por isso, fui forçado a conduzir muito aquém das minhas capacidades” Visivelmente agastado pelo afastamento do engenheiro francês Benoit Dametto, responsável pela sua primeira pole position, acrescentou que “com a chuva a equipa optou por aumentar a altura do carro, mas não tocaram nas molas nem na aerodinâmica e só pode ter sido isso que tornou o carro incontrolável. A primeira vez que corri em Formula Renault foi aqui nesta pista e nas mesmas condições. Então, a minha melhor volta foi de 1:53, e hoje, com mais dois anos de experiência fui 3 segundos mais lento. Eu não desaprendi com certeza! A equipa ressentiu-se dos problemas..."
A largada para a segunda corrida de dez voltas foi igualmente atrás do safety car, tendo o talentoso jovem angolano largado da quinta posição. A pista estava ainda mais molhada do que na primeira corrida, o vento soprava muito forte e a visibilidade era quase nula. O angolano defendeu-se bem dos ataques do seu colega de equipa nas primeiras voltas e afastou-se do mesmo. À sexta volta o piloto angolano ocupava a quarta posição e fazia uma corrida defensiva, evitando ser vítima das diversas possas de água que abundavam pela pista e de que já tinham sido vítimas vários concorrentes.
Na oitava volta Luis Sá Silva ultrapassa o piloto que ocupava a terceira posição e assim que completa a nona volta, a organização da prova mostra a bandeira vermelha aos pilotos, terminando de forma abrupta a corrida quando faltava apenas uma volta para o fim, naquilo que foi nitidamente uma manobra para evitar que o angolano subisse ao pódio. Ao terminar a corrida na nona volta a FRD, equipa que também é responsável pela organização do campeonato, garantia a presença de dois dos seus pilotos no pódio, um em segundo e outro em terceiro, uma vez que era essa a posição que ocupavam antes de ser mostrada a bandeira vermelha. “Não dá para entender o porquê de mostrarem a bandeira vermelha a uma volta do fim quando as condições meteorológicas eram as mesmas desde o início da corrida. Eu estava em terceiro na nona volta e por causa de ser averbado o resultado da volta anterior à da exibição da bandeira vermelha fiquei em quarto”, referiu o piloto angolano. “Aliás teria ficado em segundo lugar porque o Jim Ka To despistou-se na nona volta e eu estava em condições de passa-lo antes da décima volta. Enfim quem esteve aqui viu e entendeu muito bem por que razão foi mostrada a bandeira vermelha”, disse o talento angolano.
As rondas 13 e 14 decorrem no final do próximo mês de Novembro em Shanghai. Em meados de Outubro Luís Sá Silva vai até ao circuito internacional de Spang, na Malásia, testar com um Formula BMW como preparação para o Grande Prémio de Macau.
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